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Existem civiliza??es intraterrenas?

Posted by expandindo-a-consciencia on May 26, 2009 at 8:25 PM

Ao longo da história, têm ocorrido não só inúmeros relatos da existência de civilizações dentro da Terra e dentro dos oceanos, como a edição de livros enfocando o tema, que não é mais inusitado para a maioria dos habitantes deste planeta.

Escritor de diversos livros, o Ph. D, Joshua David Stone, abordou o assunto com precisão e argumentos convincentes. Outro escritor e eminente palestrante de âmbito internacional, Virgil Armstrong, vem afirmando mundo afora que tem contatos com estes seres, que têm nas camadas interiores da Terra seu habitat natural, e que são provenientes de inúmeras galáxias. Tais seres realizam um trabalho de purificação no solo e no oceano deste planeta, em razão da degradação que o homem de superfície tem causado aos seus ritmos naturais intrínsecos.

Relato belíssimo é trazido no livro "Um Mundo Dentro de Um Mundo", da Ed. Pensamento, tratando da história de um grupo de sete prisioneiros russos, que contatou esta realidade. O grupo ficou mundialmente conhecido como X-7.

Um brasileiro, que teve a coragem de sair pelo nosso país em palestras durante o ano de 1989, enfocando o tema das civilizações intraterrenas, e que tem dedicado mais de vinte anos de sua vida a escrever os mais de sessenta livros sobre a matéria, é Trigueirinho.

Voltemos nossa atenção para o nosso pequeno e belo planeta e pensemos no Roncador, serra do Brasil Central situada no Mato Grosso com relatos da exteriorização do "mítico" Templo de Ibez, cenário do misterioso desaparecimento, em meados de 1925, do explorador inglês Percy Harrinson, oficial da Royal Geographical Academy, e de seus reaparecimentos esporádicos nos 32 anos posteriores. Tais fatos foram tidos como materializações e desmaterializações deste explorador. Sob que leis?

Pensemos nos romances "A Filha do Inca" e "Kallu" de Menotti Del Pichia, que relatam a existência de civilizações intraterrenas na região central do Brasil, com descrições da energia usada sob o efeito de leis da antimatéria, idênticas aos enunciados trazidos nos livros de Trigueirinho sobre a energia Ono-zone. Observe-se que, mais de meio século separam as edições dos livros destes autores, um escrevendo sob o enfoque de ficção ou romance e outro sob o aspecto tanto científico como de experiência pessoal.

Alguns criticam e requerem provas cabais das afirmações destes homens e de tantos outros que expõem o assunto abertamente. No entanto, tais questionadores, não conseguem explicar pelas leis físicas conhecidas pelo homem de superfície, inúmeras ocorrências registradas ao redor do mundo que são indicativos da existência destas civilizações.

Tais inquiridores esquecem que estamos inseridos num Universo que contempla leis da matéria e da antimatéria, além de outras realidades jamais imaginadas pelo homem que pouco conhece do uso de energias utilizadas fora do nosso sistema solar. O homem está tateando quanto às tecnologias que empreguem leis da antimatéria e não domina sequer o uso da luz, que já é uma materialização dos fogos do espaço cósmico!

Como poderá o homem nesta ignorância, simplesmente negar sem argumentos contundentes e fáticos, que estas civilizações são irreais, que inexistem, que são fruto de imaginação débil e fértil?

Há séculos, o homem se achava o centro do universo, hoje sabe que a Terra encontra-se no extremo da via Láctea, portanto distando anos-luz do grande sol central. Isto significa que nosso planeta é um "grão de areia" inserido na imensa vastidão de nossa galáxia. E ela - imagine as incontáveis galáxias? - poderá abrigar inúmeras civilizações, debaixo de incontáveis leis ainda desconhecidas pela raça humana de superfície.

Reflitamos sob este prisma e desistamos de adotar uma posição obtusa de mentes limitadas.

Abramo-nos ao infinito.

Este novo milênio nos trará reveladoras descobertas e respostas.

Nas próximas décadas muitos paradigmas estarão definitivamente quebrados.

Enfim, poderemos manter contato com outras civilizações da mesma maneira que nos comunicamos atualmente com o outro lado do planeta.

Mirtzi Lima Ribeiro - [email protected]  

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