Expansão da Consciência - Mirtzi

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Questionamento

Posted by expandindo-a-consciencia on May 20, 2009 at 9:19 PM Comments comments (0)

Diante de várias circunstâncias e fatos diários que a sociedade enfrenta, muitos se perguntam qual a razão de estarmos aqui, o que nos cabe aprender com os problemas que temos a resolver, que soluções encontraremos para erradicar a fome, a miséria, a rivalidade entre religiões e povos, as guerras, a violência, os abusos de poder, as interferências nocivas contra a natureza, o uso de tecnologia ferindo princípios éticos, entre outros inúmeros desregramentos sobre a face da Terra.

 

Apesar do avanço tecnológico destinado a controlar e combater doenças, da expansão dos projetos desenvolvidos visando o bem comum da humanidade, do crescente número de adeptos aos movimentos em prol da ecologia e da paz, o panorama mundial catastrófico atualmente evidenciado na mídia, induz o indivíduo sensível e esclarecido a se questionar quanto ao futuro para a raça humana.

 

Claramente observamos dois pólos se sobressaindo: de um lado aqueles que investem nos princípios da paz para todos os povos, da inofensividade, da ética viva, praticando e disseminando princípios éticos, equanimidade, educação para todos, justiça; e do outro lado aqueles que violam princípios essenciais à sociedade em nome do poder, do domínio dos mais fracos, da opressão através dos grandes monopólios. Apesar deste quadro e destas vertentes, os governantes do mundo não conseguem se unir, nem apresentar nenhuma proposta plausível, ou um denominador comum que pudesse mudar os rumos da situação.

Novamente nos deparamos com a eterna história do bem contra o mau, uma batalha entre Deus e o Diabo!!!

 

Pergunta-se: onde e como fica o interesse do ser humano, na sua plena expressão da palavra?

Como a Terra, inescrupulosamente adulterada e invadida, poderá se recompor depois dos abusos cometidos pelo homem na sua estrutura, incluindo sua vastidão de terras e todo seu espaço aéreo e aquático?

Como o ser humano, tão dividido entre as bandeiras da nacionalidade, da cultura, da raça, de interesses díspares, de crenças e de religiões, poderá se irmanar e se ajudar qual civilização a se erguer do caos reinante?

 

Observamos que o homem é uma miniatura do universo e o planeta Terra também.

Assim como o ser humano respira, tem chakras por onde circulam energias, e todo o seu organismo representa vários princípios cósmicos, a Terra, também. Ela tem sua própria respiração, seus chakras, e, na sua trajetória pelo espaço sideral respeita ritmos e movimentos em consonância com o sistema em que vive. Se várias destas atividades foram aviltadas pelo próprio homem, qual o remédio para que retome sua saúde perfeita e siga ritmos adequados?

 

A própria Terra vem se ajustando a tudo o que lhe tem sucedido e de mudança em mudança vai criando novos mecanismos para se reestruturar. Entretanto, o que deve o homem esclarecido fazer para contribuir com o momento atual e trabalhar em prol de um mundo melhor e de uma Terra sadia?

 

Cabe àqueles que têm consciência, se apressar divulgando princípios de ética viva e de conceitos que levarão muitos a despertar e a se engajar nas fileiras dos novos construtores deste mundo. Estas pessoas são aquelas que trazem consigo a semente da nova fase que será instaurada na Terra. As sementes de paz, harmonia, amor e luz.

 

Este é um momento adequado para adotar esta postura e conduta, posto que a energia do Cristo, juntamente com miríades de seres excelsos, está ancorada e atua sobre nosso planeta nos dias de hoje, trabalhando na transmutação e restauração da Terra e dos corações dos homens de boa vontade que se autoconvocaram para fazer parte de um exército do bem.

 

É um momento ímpar para a humanidade, é a marcha acelerada para tempos áureos, é a alavancada para uma nova era.

 

Felizes e abençoados são aqueles que de livre vontade e muito amor, abraçam esta causa, porque são os precursores de uma nova idade de ouro.

A Simbologia da M?E

Posted by expandindo-a-consciencia on May 20, 2009 at 9:12 PM Comments comments (0)

Nossa Senhora, além de ser o símbolo da Grande Mãe, apresenta outros aspectos a serem considerados.

 

Na realidade, nós vivemos debaixo de símbolos, figuras que representam inúmeras situações, perfis e características que darão uma imagem às pessoas e circunstâncias.

 

Estas simbologias não estão aí por acaso.

 

Deus, Absoluto e Profundo, sabiamente trouxe ao mundo manifestado um conjunto de arquétipos, verdadeiros símbolos ou idéias que traduzem princípios universais.

 

Estas representações simbólicas expressam estados de energia diferentes que precisam ser reconhecidos e resolvidos ou transcendidos.

 

Deepak Chopra, médico e autor de renome, fala como podemos vivenciar nossa lenda pessoal através da compreensão dos arquétipos que assumimos na vida e de que maneira podemos sair deste domínio de conscientização, nos capacitando a dar respostas criativas no ato de viver.

 

"O arquétipo é um símbolo de um estado de consciência e os símbolos e seus relacionamentos entre si criam história".(CHOPRA, Deepak. Edição Especial da Revista Meditação, 2001).

 

Nesta abordagem de simbologias, o homem corporifica princípio masculino, que é ativo, equivalendo ao número um (1) correspondendo à primeira manifestação da energia no universo. É a imagem da força produtiva da natureza e da firmeza.

 

Já a mulher, personifica o princípio feminino, receptivo, que equivale ao número dois (2), sendo considerada o aspecto passivo da natureza ou a Grande Mãe, sendo a imagem da fertilidade e da maternidade. Aspecto passivo no sentido que acolhe, que guarda em si, que germina aquilo que lhe é depositado. Yoni é o termo sânscrito que designa seu órgão sexual, que no passado serviu a diversos tipos de rituais visando agradar a deusa da fertilidade, fazendo germinar as sementes plantadas e dar abundância na colheita.

 

Estes princípios se encontram separados no plano físico que é o nosso mundo manifestado, e são nele identificados pelo pólo masculino e pólo feminino, macho e fêmea, homem e mulher.

 

A união dos corpos no plano físico originará, em tese ou em potencial, o número três (3), ou síntese espiritual, que é a fórmula para a criação no universo manifestado. A idéia de gerar um filho, a partir da união entre macho e fêmea, visa à compreensão desta síntese no plano físico.

 

Assim, o Absoluto fez o mundo manifestado girar em torno do três, da triplicidade, da trindade. Por isso, em termos de energia, nada no plano físico é criado sem o pólo positivo, negativo e neutro, ou seja, três forças operando.

 

Na configuração do átomo, temos os prótons, os elétrons e os nêutrons, também três forças que criam determinado campo magnético. No plano da religião, temos três aspectos do logos divino, que também têm equivalência nas três pessoas da Santíssima Trindade:

Primeiro aspecto, Deus (o Pai, significando vontade, propósito e vida);

Segundo aspecto, Jesus (significando amor-sabedoria e consciência) e o

Terceiro aspecto, o Espírito Santo (a Mãe Universal, significando inteligência ativa e forma).

 

A Grande Mãe representa neste contexto, a ordem que gera a forma. Na linguagem esotérica, é a "mãe do mundo" e corresponde ao princípio feminino. Este princípio estaria ligado diretamente aos quatro elementos da matéria (sólido, líquido, gasoso e etérico) relacionam-se aos quatro elementos da natureza (terra, água, ar e fogo), simbolizando distintas faixas de manifestação do Logos (verbo). Já o princípio masculino seria o espírito ou o "pai do mundo".

 

A simbologia diz que o UM ou Deus/homem se desdobra no DOIS ou Natureza/mulher, reflexo da Grande Mãe.

Tal desdobramento indicaria a dualidade como elemento equilibrante do plano tangível (ou da forma material), como positivo-negativo, luz e sombra, espírito e matéria, calor e frio, vida e morte, opostos que se complementam, ou que unidos são UM, assim como a divina Mãe (forma/criação = mundos criados) é contraparte do divino Pai (não forma/caos = antes do Big Bang).

 

Assim, faz-se alusão à lua (alma, sentidos físicos) como aspecto feminino e ao sol (espírito, sentidos imateriais) como aspecto masculino.

 

Estas representações estão presentes em todo o mundo, independendo da raça, povo ou época.

Como exemplo disso, temos a representação da santíssima trindade dos cristãos na deusa egípcia Ísis (assemelhando-se à Maria), esposa de Osíris (Deus) e mãe de Hórus (o rebento, príncipe, Jesus), com os quais, integra a principal tríade da religião do antigo Egito.

 

Para este povo, a deusa lunar, Ísis outorga vida e saúde, e é o símbolo maior do princípio feminino personificado na natureza e no cosmos. Ísis representa a fecundidade, o amor maternal, o espírito que fecunda as sementes e as inteligências.

 

No oriente também temos Kuanin, que guarda semelhança com Maria. Poderíamos relacionar vários símbolos, assim como Iemanjá, adorada pelo candomblé e umbanda.

 

Ainda como símbolos e aspectos da representatividade da Mãe, temos:

a)Aspectos Superiores: sabedoria, virtudes supremas

b)Aspectos Inferiores: paixão e inconsistência.

 

Na antropologia, o princípio feminino também corresponde ao princípio passivo da natureza. Aí teríamos, também, três aspectos básicos:

1."sereia": encanta, distrai e tenta para que os homens saiam do caminho da evolução.

2."mãe", Magna Mater, nos aspectos destituídos de forma do elemento água e do inconsciente, e ,

3."anima" da psicologia junguiniana.

 

Novamente temos uma tríade para a representação da Grande Mãe:

 

1. DIANA = O PRINCÍPIO FEMININO E A FORÇA DA MULHER, através da deusa romana da natureza e caça, da luz. Sua raiz "di" significa "claro" ou "luz".

2. MARIA = O PRINCÍPIO SAGRADO E A FORÇA DO AMOR. Seria a disposição de cumprir a Vontade de Deus, com humildade e amor, mas com firmeza idêntica ao princípio masculino.

3. SOFIA = O PRINCÍPIO DIVINO E A FORÇA DO ESPÍRITO. Virgem da sabedoria, cortejada pelos filósofos da Terra. É um aspecto de Ísis, que representa o MISTÉRIO da maternidade.

 

O que compreendemos na TRILOGIA DIANA-MARIA-SOFIA?

 

Teríamos em Diana o Princípio Feminino decidindo sobre as forças criadoras da mulher que gera; Teríamos em Maria o Princípio Sagrado operando com as forças criadoras do amor; e em Sofia, teríamos o Princípio Divino trabalhando com as forças criadoras do espírito.

 

Portanto, mudam os nomes e as aparências, mas, na verdade, todos os povos têm seus símbolos e adoram o mesmo arquétipo, a mesma representatividade.

Assim como disse Chopra, estão no mesmo estado de consciência ao adorarem ou sintonizarem nesta freqüência.

Deus, em sua sabedoria, não poderia discriminar povos ou crenças, pois ele está acima do dogma, acima da crença ou da dúvida.

Ele é o absoluto, aquele que guarda em si os aspectos do "logos" ou "verbo".

Ele é UM, assim como nós devemos com ele, a divina mãe e o divino filho, na santíssima trindade, sermos UM.

Certa vez pensei nas crenças cristãs, nas quais, apenas se fala do Pai e do Filho, sem mencionar o aspecto feminino da Grande Mãe.

Como vivenciariam elas o arquétipo da energia feminina, do princípio feminino ou receptivo?

Ao pensar nisso, visualizei a energia do Espírito Santo, que é feminino em essência. O Espírito Santo Shekinah, que através da união com o Pai, gerou e continua gerando inúmeros universos [no cosmos os princípios masculino e feminino agindo juntos geram novas galáxias e novos mundos habitáveis]. 

 

O Espírito Santo Shekinah representa-nos o aspecto feminino, que é muito invocado nestas crenças cristãs que não admitem imagens ou o enaltecimento de Mãe Maria. O Espírito Santo Shekinah está incorporado ao arquétipo que representa o aspecto feminino, para o qual convergem adoração e reverência.

Assim, não importa o nosso foco e não importa a analogia, quer estejamos na luta como Diana, no amor como Maria ou na sabedoria como Sofia - estaremos nos conectando ao princípio feminino.

 

Se não for em nenhuma dessas, estaremos conectados com o princípio inclusivista, renovador e profundo do Espírito Santo Shekinah, com quem o Pai e o Filho formam uma trindade em Unidade.

 

Este é o grande mistério que se encerra nas simbologias que nos são apresentadas.

Que vivamos a UNIDADE, pois todos nós somos UM.

Mirtzi Lima Ribeiro - [email protected]

Pistas significativas para um encontro com Deus

Posted by expandindo-a-consciencia on May 20, 2009 at 8:47 PM Comments comments (0)

Parte I

 

Quando Deus trouxe o plano material à manifestação deixou nele contidas pistas valiosas que poderão nos conduzir ao caminho de volta a Ele, em sua realidade imaterial.

 

Tudo o que existe na forma ou matéria, é proveniente de uma expiração de Deus.

 

Como chispas do Absoluto e Inefável Deus Criador, espiralamos para o mundo da forma, experimentando uma mudança gradativa do padrão vibracional entre a realidade imaterial e a material. Essa mudança de faixa dimensional nos fez perder a consciência quanto à nossa origem, porque fomos impelidos a nos acomodar às condições do plano material, que embora perfeito em seu nível de existência, apresenta inúmeras limitações.

 

Somos, então, espíritos experimentando uma existência cíclica terrena e um dia teremos que retornar ao Pai, levando conosco o agregado de experiência, conhecimento e sabedoria. Cada um de nós se dispôs previamente a um ensaio científico nos mundos habitados com a finalidade de verificar fenômenos físicos e seus eventuais desdobramentos, observações, reações, conseqüências e aprendizados.

 

Assim, nos entrelaçamos sob várias formas de vida e influências de cada cenário entre os muitos mundos habitados, errando e acertando, com o propósito de obter maestria na experiência, para só então, retornarmos à Fonte.

 

Isso favorece ao melhoramento continuado do TODO através da evolução ininterrupta do Padrão Original.

 

Todas as chaves e codificações estão incluídas em nossa essência e para nos encontrarmos com ela, a infinita inteligência de Deus tratou de nos deixar pistas valiosas, com regras ou leis fixadas a priori, as quais estariam intrinsecamente permeando a tudo, em cada plano e nível de consciência.

 

Tais leis estariam ao alcance da consciência da humanidade, se somente se, houvesse abertura interior às realidades de Deus, e, seriam acessadas na exata razão proporcional da consciência cada vez mais desperta.

 

Apesar das limitações impostas pela fisicalidade, nossa realidade infinita poderia ser resgatada no plano da forma através do Padrão Original estabelecido por Deus, do qual todas as coisas se derivam e que trouxe consigo códigos ou símbolos para nos auxiliar a despertar de nossa condição, apesar de nossa essência estar em níveis profundos de nosso ser.

 

Junto com os códigos de acesso, Deus também lhe deixou inerentes todas as condições de derivação, ampliação e multiplicação, sem prejuízo das codificações originais da essência.

Invariavelmente, entraríamos em contato com nossa essência e com Deus desde a menor partícula até a maior coisa visível aos olhos humanos.

 

Como compreendeu o sábio Hermes Trismegisto, entre o século I e II da Era Cristã: "O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima".

 

A mente humana em seu subconsciente e inconsciente, já estaria familiarizada com tais codificações, padrões ou símbolos, necessitando apenas, uma sintonização com o próprio eu interior, para que as pistas fossem, conscientemente, encontradas uma a uma.

 

Deste modo, quanto mais o ser humano crescesse em compreensão e abertura interior para o mundo à sua volta, mais fácil seria vislumbrar os elos de toda a informação acessível no universo.

 

Como peças de um quebra-cabeças, o ser humano iria percebendo-as e reunindo-as passo a passo, de acordo com esse nível de entrega e fé no poder de Deus.

 

Nos tempos atuais, estes véus só tendem a cair com a total desconstrução dos conceitos obsoletos da sociedade que vem em declínio contínuo, além de um olhar sob uma nova perspectiva e compreensão.

 

Ao longo da história humana, aqueles que se dedicaram à contemplação e estudo da natureza, puderam alcançar as forças criativas do Divino e acessaram as mensagens nela contidas, decodificando-as em benefício de um maior número de pessoas aptas a despertar da letargia e se relacionarem saudavelmente com o todo, num processo rico e criativo.

 

Platão e Aristóteles, entre outros sábios da época, tiveram esse encontro através das reflexões filosóficas, da matemática e da geometria [figuras geométricas e sólidos platônicos], entre muitos ensaios profundos, incluindo assuntos metafísicos.

 

A partir de 1900, o despertar da consciência começou a advir a pensadores e cientistas, bem como as fronteiras da consciência começaram a se alargar para muitos seres humanos.

 

Citaremos alguns aspectos que tocam à presente exposição.

 

Surgiram os primeiros conceitos da Semiótica, cujos expoentes entre vários pensadores observaram [Peirce, Saussure, Louis Hjelmslev, Umberto Eco, Jakobson, Morris e Greimas] que o ser humano utiliza vários sistemas de significação, expressos através de ícones, índices e símbolos, todos indicando qualidade, relação [reação] e representação [mediação].

 

Com aprimoramento dessa primeira idéia, chegaram a delinear que as circunstâncias da vida humana podem ser interpretadas através de:

 

- Diagramas [relações abstratas: fórmulas lógicas, químicas e algébricas];

- Emblemas [figuras às quais associamos conceitos: cruz com cristianismo];

- Desenhos [ícones e inferências naturais, índices ou indícios de...];

- Equivalências arbitrárias [ou símbolos que poderão ser interpretados por...];

- Sinais [um código da estrada, ou a associação de um conjunto de conceitos].

 

Quanto ao campo da matemática, Helge von Koch escreveu artigo em que incluiu pela primeira vez uma curva geométrica [batizada posteriormente de Curva de Koch], que foi um dos primeiros fractais.

Por observação de certos fenômenos, matemáticos elaboraram a Teoria dos Fractais, identificando que um fractal é um objeto geométrico que mesmo dividido em partes apresentará em cada uma delas o 1º padrão, pois é auto-similar ao objeto original independendo da escala utilizada.

 

Carl Jung, psiquiatra suíço, percebeu que símbolos ou arquétipos seriam fundamentais para mapear a natureza humana, compreendendo-a melhor para ajudá-la em seus problemas.

 

Para tanto, se debruçou na relação, importância e indicações assumidas pelos símbolos, imagens religiosas, sistemas mitológicos e culturais localizadas no tempo. Verificou que o inconsciente pessoal inclui conceitos mais amplos inseridos num inconsciente coletivo.

 

Os arquétipos correspondem a inúmeras situações, cuja essência se repetia: comportamentos no relacionamento entre pais e filhos, marido e mulher, entre amantes, na profissão, no nascimento e morte. Também foi Jung que usou primeiro o conceito de sincronicidade e identificou a Anima Mundi [Alma do Mundo. "Anima" é o sopro, alento ou alma; é o princípio feminino da psique humana].

 

Ainda no início dos idos de 1900, Einstein e outros tantos físicos [incluindo Plank, Heisenberg, Schrödinger e outros], traçaram linhas mestras quanto à compreensão do mundo imaterial. Fizeram inúmeros experimentos até obterem uma comprovação científica.

Invariavelmente, nesse processo de descoberta eles tiveram experiências místicas ou cosmológicas: tiveram o encontro com sua essência.

 

Já no nosso século, os conceitos da física quântica avançaram sobremaneira, sempre aprimorando e se deparando com novas descobertas.

 

Portas e janelas têm se aberto ao ser humano para a compreensão de sua origem e construção consciente de seu destino.

 

Recentemente o cientista japonês, Masaru Emoto, divulgou os resultados de seus estudos sobre a água ao analisar a formação de seus cristais congelados, quando submetidos a diversas circunstâncias positivas e negativas. Nas positivas, a formação dos cristais de água forma figuras geométricas semelhantes a jóias.

 

Após o filme "Quem Somos Nós" seu trabalho ficou mundialmente conhecido.

 

Observamos que em todos os casos, o ser humano buscou entender como se expressa e comporta a consciência no plano tangível, como e porque ocorrem os fenômenos e eventos no universo, com a finalidade de decodificá-los, compreendê-los claramente e direcionar coerentemente seu futuro.

 

Percebemos, entretanto, que sempre estivemos diante de representações da linguagem de Deus, embutidas em tudo que nos cerca, incluindo o nosso próprio corpo humano.

 

Estas representações foram traduzidas pelo som, ritmo, matemática, geometria, símbolos, etc.

O médico e renomado escritor Deepak Chopra, fala dos arquétipos apresentados por Jung, bem como de outras representações e inferências, chegando à assertiva de que: "Arquétipo é um símbolo de um Estado de Consciência"

 

Segundo Trigueirinho, "Um símbolo é um concentrado de energia. Atua mesmo que seu significado não seja captado pelo eu consciente", e, "Arquétipo: Núcleo de energia de síntese, criado pela mente universal para atuar como polarizador da manifestação de estruturas e padrões que conduzem a existência à meta última a ela reservada".

 

Conforme Carl Jung, "O que chamamos de símbolo é um termo, um nome ou mesmo uma imagem que nos pode ser familiar na vida diária, embora possua conotações especiais além do seu significado evidente e convencional".

 

Tendo ciência de que arquétipos e símbolos podem ser decodificados e compreendidos, podemos mudar nosso estado de consciência e desse modo, encontrar soluções dentro do campo de infinitas possibilidades.

 

Com esse pensamento, poderemos mais facilmente transcender quaisquer situações que estivermos vivenciando através da compreensão de nossos comportamentos que estão se pautando dentro do âmbito de tal ou qual arquétipo.

 

Traduzindo: todos os eventos de nossa vida têm um padrão; nós achamos que é um evento novo, mas ele apenas está com nova roupagem; o propósito é transcendermos velhas amarras e darmos respostas criativas à vida, elevando o patamar de nossa consciência, ampliando nosso campo de percepção.

 

Logo, se compreendermos o arquétipo relacionado ao evento vivenciado, visualizaremos várias soluções, e, saberemos, de modo equilibrado, que atitude mais adequada devemos adotar.

 

Por sua vez, observando tudo à nossa volta, além dos arquétipos, símbolos e equivalentes, veremos também que a geometria está subjacente a tudo.

"Pitágoras disse: Deus geometriza".

 

Observemos, então, a constituição do ser humano e de toda natureza.

 

Nela encontraremos toda simbologia dando pistas através da Geometria de Deus.

 

Em tudo encontraremos as figuras geométricas: quadrado, círculo, hexágono, pentágono, triângulo, espiral, elíptica, estrela,etc.. A mesma assertiva vale para os sólidos platônicos: cubo, pirâmide, cilindro, octaedro, tetraedro, etc.

 

O corpo humano tem em si várias figuras geométricas e também formas fractais: em suas células, o neurônio tem forma hexagonal com tentáculos em forma fractal, a mitocôndria é ovóide, a divisão do óvulo fecundado forma-se enquanto fractal se desdobrando, etc.

 

A árvore é uma formação fractal, a folha também, as conchas, o brócolis, as algas marinhas, o casco do caracol, a colméia da abelha que é hexagonal, a cadeia do DNA, etc.

 

Até a lapidação de pedras preciosas é feita em forma de figuras geométricas: triângulos, hexágono no topo e observado de cima é uma formação de estrela.

 

Os planetas são circulares, a órbita deles é geralmente elíptica ou ovalada, nas galáxias predominam as formas espiraladas, etc.

 

O número zero, cuja anotação é "0", está inserido entre o mais infinito a menos infinito: como o princípio de tudo.

 

A figura mitológica do Ouroboro representa o numeral zero, que é o círculo e representa o universo, o infinito, infinito temporal e espacial o início e o fim, ou o ciclo sem fim.

 

Na mitologia de várias culturas a serpente que morde o próprio rabo é o "tudo ou nada", o óvulo que pode ou não ser fecundado, o envolvimento: porque no abraço de si mesmo, suas partes ficam UNIDAS ou coesas.

 

É, então, a representação pictórica da Manifestação Cíclica do Universo e da Lei do Retorno.

 

Ouroboro é o paradoxo e o enigma, pois a cauda penetra a boca representa a união sexual em si mesmo. Por inferência será o equilíbrio da personalidade: ser suave como o feminino e firme como o masculino. É também uma auto-renovação: transformação contínua da morte na vida, já que suas presas envenenam a si mesma.

 

É a força motriz da VIDA e do TEMPO, gerando ambos. A serpente representa a imortalidade [diversos livros sagrados, incluindo a Bíblia]: a vida renovada a cada muda de pele.

 

Conforme os ensinamentos contidos no Glossário Esotérico, publicado por Trigueirinho, "Os sólidos e as figuras geométricas são condensados de energia e se relacionam aos números, aos sons, às cores, aos fogos e aos Raios. Concentram grande potencial, especialmente quando regulares. Atuam como ressonadores e transformadores de vibrações universais, com as quais entram em contato segundo a lei da afinidade. (...) Nos níveis elevados da existência, níveis em que a unidade é vivida em plenitude, a Idéia correspondente aos sólidos e às figuras geométricas está sempre presente. (...)... pirâmides estão ocultamente vinculadas ao octaedro, e as construções modernas ao cubo . Estas duas formas, inseridas na história das civilizações, representam a mudança de polarização da consciência humana do nível abstrato para o concreto (...) As figuras planas exercem influência sobre o ser humano, sobretudo no nível intuitivo e no mental. Os sólidos estendem sua influência também sobre o sistema sensorial. (...)".

 

Os sólidos platônicos são a representação da Água, do Fogo, da Terra, do Ar, do Éter.

 

Eles são ainda, pistas de como acessar a realidade de Deus.

 

Imaginando-se dentro destas formas, estaremos nos conectando com o Plano de Deus e nos trabalhando interiormente para o processo de ascensão.

 

Outra via de acesso aos planos superiores de compreensão, também é meditar nas formas geométricas planas. Elas nos auxiliam a obter sucesso no processo de Ascensão Espiritual.

 

Segundo o Glossário já citado, a sua influência na ascensão é:

O ponto = trabalha a síntese, unidade, integração;

O círculo = trabalha a abrangência e universalidade;

O triângulo = trabalha o equilíbrio transcendente;

O quadrado = trabalha o equilíbrio na forma e a materialização;

O pentágono = trabalha o discernimento;

O hexágono = trabalha a harmonia entre os opostos e a androginia.

 

Sugerimos também a seguinte Meditação:

Visualize a si mesmo e à Terra dentro desta da figura tridimensional de triângulos entrelaçados, sendo um com o vértice para cima e outro para baixo [mer ka ba] e obterá proteção, cura, transformação.

 

Sintetizando:

- Todas as pistas apontam para uma única mensagem: Ame, perdoe, desapegue-se, seja um servidor de Deus, caminhe com FÉ em DEUS;

- Esteja atento a tudo à sua volta, fique desperto, ligado à Fonte de Deus;

- Não tem disposição para estudar? Medite nos símbolos! Leia as Escrituras Sagradas que a compreensão chegará ao seu coração, não ao seu intelecto, pois este é um trabalho do coração;

- Compreenda que, o que conta é o Amor, que é a energia que purifica, eleva, esclarece e refina as emoções. Porque o Amor é uma energia da ascensão, a energia da consciência Crística. É Deus em Ação!

- Recomendamos as seguintes reflexões:

 

- "Acima de tudo, porém, revistam-se do AMOR, que é o perfeito vínculo de UNIÃO".

(Bíblia, Carta de Paulo aos Colossenses 3:14)

 

- "Tens de AMAR a DEUS sobre todas as coisas e ao próximo como a TI MESMO". (Bíblia, Mateus 22:37/40)

 

"Deus é Amor"  (Bíblia, 1ª João 4:8)

 

"O amor nunca falha. Mas, quer haja dons de profetizar, serão eliminados; quer haja conhecimento, será eliminado. Pois temos conhecimento parcial e profetizamos parcialmente, mas, quando chegar o que é completo, será eliminado o parcial. [...] Agora, porém, permanecem a FÉ, a ESPERANÇA, o AMOR, estes três, mas o maior destes é o AMOR".  (Bíblia, trecho da 1ª Carta de Paulo aos Coríntios - Capítulo 13)

 

Louvemos constantemente ao Absoluto, ao Deus Altíssimo:

 

"Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus Todo Poderoso"

 

"Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus dos Exércitos"

 

"Santo, Santo, Santo é Jeová o Senhor dos Exércitos"

 

"Santo, Santo, Santo é o Senhor das Legiões"

 

Traduzido para o idioma hebraico:

"Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai 'Tsebayoth"

 

É o cântico que toda a hierarquia celestial canta para Deus, o Absoluto e Inefável. (Bíblia, trecho do Livro do Apocalipse, capítulo 4 - diversas traduções cristãs)

 

O AMOR elevará nossa freqüência e em conseqüência, nossas formas geométricas espalhadas por todo o corpo se alinharão com essa energia.

 

Argumento, texto e formatação:

Mirtzi Lima Ribeiro - [email protected]

A Sociedade nos ciclos masculino e feminino

Posted by expandindo-a-consciencia on May 20, 2009 at 8:44 PM Comments comments (0)

Ao falarmos de feminino e masculino, imaginamos uma mulher de aparência suave ou amorosa e um homem com poder ou firmeza.

Mas, quem expande a consciência, quer seja homem ou mulher, constrói internamente outro padrão de pensamento, imbuindo-se das qualidades complementares da outra polaridade, sem prejuízo das próprias.

 

A sociedade já passou por fases e experiências concordantes em relação aos aspectos complementares ("diferenças") dos sexos opostos, bem como de harmonia com o meio ambiente.

 

Fritjof Capra , PhD em Física, diz que: "Antes de 1500, a visão do mundo dominante na Europa, assim como na maioria das outras civilizações, era orgânica. As pessoas viviam em comunidades pequenas e coesas, e vivenciavam a natureza em termos de relações orgânicas, caracterizadas pela interdependência dos fenômenos espirituais e materiais e pela subordinação das necessidades individuais às da comunidade".

 

Formavam, assim, uma tríplice relação sagrada entre ser humano, natureza e Deus, refletida na convivência entre pares de opostos.

 

Por analogia natural, o ventre feminino era associado à Terra: interna, aconchegante e receptiva ao acolher a semente que fecunda e gera nova vida.

O sêmen masculino equivalia aos grãos no plantio. Isso era tão evidente que foi traduzido em rituais. Em cerimônias públicas era pedido ao Deus Pai que fecundasse a Terra e, à Grande Mãe (Terra), que "partejasse" o solo na semeadura.

A celebração ocorria em datas específicas, ao som de tambores, canções, tochas acessas, alegria, seguidos de mesa farta, representando uma colheita abundante e próspera.

Uma riqueza em simbologia.

 

Posteriormente, esta relação entre feminino e masculino oscilou entre extremos e a natureza foi subjugada e explorada em nome da ciência.

 

Segundo Capra, "No século XVII, essa atitude [harmoniosa] inverteu-se totalmente; passou do yin [feminino] para yang [masculino], da integração para a auto-afirmação. (...) o objetivo da ciência passou a ser aquele conhecimento que pode ser usado para dominar e controlar a natureza e, hoje, a ciência e a tecnologia buscam sobretudo fins profundamente antiecológicos".

 

Gosto do comentário de Cristo sobre seu povo: o ciclo da "Lei" restritiva acabara com seus ensinamentos dando lugar ao período da "Graça".

 

Infelizmente, quando um dos ciclos (masculino ou feminino) se pauta no extremismo, causa desequilíbrios.

O exagero é pernicioso.

Este foi o caso das Leis do Pentateuco Hebreu, que, além dos dez mandamentos do Deus Jeová, recebeu adições severas, a exemplo do "olho por olho e dente por dente".

 

Já em culturas circunvizinhas, de conquistadores, o excesso foi maior, valendo a razão sem emoção, o poder sem misericórdia, a vontade destituída de amor. Por isso, barbaramente, dizimaram comunidades inteiras na busca pelo poder e na conquista de novos territórios.

 

Atualmente não empunhamos espadas, mas a opressão financeira e religiosa ainda extermina milhares de pessoas nos países pobres do mundo.

 

Ao passo que a Lei do Amor ministrada por Cristo indicava para seu povo e, atualmente para o mundo inteiro, a suavização de um ciclo masculino extremista, pela inclusão de características do ciclo feminino.

Outrossim, ele introduziu uma nova perspectiva, até então desconhecida. Ele, de polaridade masculina, é puro amor incondicional; de essência; de receptividade; do sentimento que agrega emoção e razão.

Porém, lembremos que o amor que ele ensinou não é destituído de atributos masculinos, e nem era condescendente com injustiças ou crime.

Ele demonstrou firmeza ao expulsar mercadores do templo numa passagem Bíblica muito conhecida, exprimindo que este amor integral não é permissivo com o que é aviltante.

Conforme analisa Osho: "Quando Jesus toma de um chicote e expulsa os vendilhões do templo, há nesse gesto uma sutil beleza. Até mesmo Buda carece dessa beleza... Jesus tem algum sal, pode até zangar-se. Mesmo sua cólera tornou-se parte de seu ser total; nada foi negado, tudo foi aceito".

 

O corpo físico de Jesus é o exemplo de uma personalidade em que as polaridades opostas estavam conciliadas, guardando alinhamento ao propósito de Deus e à sua missão sobre a Terra, consumando-a com maestria.

 

O novo nível consciencial que já vem sendo desenvolvido por quem expande a consciência, é superior aos anteriores.

Ele inclui o que é bom e útil das características femininas e masculinas, bem como o alinhamento do propósito da alma à personalidade.

É um ciclo feminino muito mais sutil e equilibrado que aquele comentado por Capra, antes do século XVII.

Individualmente, isso significa unificar tais qualidades, como disse Paul Brunton, PhD em Filosofia: "Na pessoa adequadamente desenvolvida, a força do homem estará unida à ternura da mulher". Ou ainda, como leciona Joshua David Stone , PhD em Psicologia: "Examinemos a importância da vontade e do amor funcionando juntos como unidade. O aspecto da vontade dá ao amor a força a partir da qual operar. O aspecto do amor dá a vontade a doçura necessária à sua aplicação. A vontade sem doçura pode manifestar-se facilmente como poder frio e descuidado. O amor sem vontade e força pode ficar à deriva, deficiente e difuso, sem força nem direção. Mas quando os dois são adequadamente integrados e funcionam como unidade, constituem eles a perfeita expressão de Deus na Terra".

 

Logo, para quem está processo crescimento espiritual, é natural desenvolver a capacidade de convivência harmoniosa em todas as relações, sem ser permissivo, sem cometer excessos e sem abdicar ou menosprezar suas qualidades intrínsecas, mesmo absorvendo nelas os aspectos complementares da outra polaridade.

 

A sociedade ao vivenciar ciclos ininterruptos, masculinos e femininos, evoluciona de forma seqüenciada em padrões aprimorados, em processo contínuo de mudança.

 

Coletivamente, torna-se necessário cultivar amor incondicional; intuição (insight); relacionamentos por similaridade de ideais e propósitos; coletividade em detrimento do individual; desenvolvimento de dons e aptidões para o cumprimento da missão pessoal de cada um; cordiais relações interpessoais; gerenciamento das desigualdades; relações econômico-sociais em benefício de todos; socialização gradual de lucros visando erradicar desigualdades de condições nos países pobres.

 

Neste contexto, diz Capra: "A espiritualidade feminista baseia-se na consciência da unicidade de todas as formas vivas e de seus ritmos cíclicos de nascimento e morte, refletindo assim uma atitude para com a vida que é profundamente ecológica".

 

O diferencial a ser aprendido com a energia feminina é o inclusivismo, que, atenta ao todo, é capaz de amar aos filhos e ao seu homem, conciliando, ainda, família e trabalho, sem subtrair-lhes importância, dedicação e zelo.

 

A polaridade masculina simboliza ação revestida de vontade e poder.

 

Os novos moldes requerem amor, vontade e poder formando uma unidade.

 

Com tais características irmanadas, a vida se pautará no respeito ao ser humano e à natureza (seus ciclos, ecologia e ecossistemas) de maneira integral, usando a ciência e a espiritualidade de forma equilibrada, tendo como aliados, a tecnologia, o conhecimento e a sabedoria em benefício do ser humano e do planeta, jamais contra eles.

 

Tais prognósticos para um futuro próximo validam a visão holística, a educação de um ser humano integral, já divulgada e defendida mundialmente por vários grupos.

 

A sociedade tem um desafio: ou aprende a agir com base nas qualidades de ambas as polaridades, em novo modelo e, empreendendo ações construtivas, ou arrastará o mundo e sua civilização para a ruína.

 

Utopia?

Já se forma uma massa crítica crescente ao redor do mundo e este processo é irremediável!

Um ciclo está em declínio, com várias instituições fragmentadas necessitando reavaliação e reconstituição com base em valores mais nobres.

 

Em qual ciclo você escolhe investir e vivenciar, o velho modelo ou o novo, que agrega ambas as forças e potencialidades do homem e da mulher?

A For?a do Pensamento

Posted by expandindo-a-consciencia on May 20, 2009 at 8:41 PM Comments comments (0)

Quando nos deparamos com pessoas criativas e observadoras, talvez, a maioria de nós, não imagina a riqueza de suas mentes, a clareza e força de seu pensamento.

E o pensamento ainda é a mola mestra de nosso mundo tridimensional e pode funcionar como um portal de luz para outras esferas.

 

Se o nosso pensamento for firme, claro e definido em relação a um desejo, um sonho ou situação, será mais fácil torná-lo real. A partir do momento que imaginarmos em todos os detalhes aquilo que queremos, estaremos fazendo um "planejamento" mental, e, se canalizarmos a energia necessária, esforços compatíveis, ações ordenadas e atenção voltada para isso, é certo que a meta será alcançada. Afinal, tudo o que existe no mundo material, originou-se no pensamento de alguém.

Este pensamento foi trabalhado mentalmente e trazido ao mundo tangível, concretizando-se nas invenções patenteadas, no aprimoramento de máquinas, equipamentos e utensílios, na demonstração das leis e fenômenos naturais através de postulados e fórmulas, na escrita de livros, poemas, nas peças teatrais, nas músicas, na arte em geral, na aquisição de bens materiais, na realização de situações pessoais e/ou profissionais e na resolução de questões difíceis.

 

Enumeraríamos milhões de materializações que se originaram no pensamento de alguém. Se tomarmos esta linha de raciocínio, o céu será nosso limite.

 

À semelhança do treinamento condicionado para um músculo adquirir força e robustez, que nós exercitemos nossa mente gerando pensamentos cada vez mais nítidos, objetivos, concentrados, voltados para o bem da humanidade, para o amor universal, para a inofensividade.

Com certeza, daremos como fruto, ações construtivas e que contribuam para o engrandecimento daqueles que convivem conosco.

Quebrando Barreiras

Posted by expandindo-a-consciencia on May 20, 2009 at 8:38 PM Comments comments (0)

Durante nosso período de aprendizado na escola, um dos postulados da física que nos foi ensinado, e que por longos anos ficou marcado na nossa memória, refere-se ao fato de que "dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar ao mesmo tempo".

 

Atualmente tal enunciado tem conotação relativa. Isto é verdade apenas se estes corpos estiverem na mesma freqüência vibratória, na mesma dimensão.

 

A ciência tem evoluído e demonstrado que existem várias dimensões, e que desta maneira, mais de um objeto pode ocupar o mesmo lugar, ao mesmo tempo, conquanto estejam em estados vibracionais diferentes.

 

Este é apenas um degrau para outras tantas descobertas da ciência, que irão abrir novos caminhos ao homem.

 

O ser humano tem expandido sua consciência, e isto é significativo nos dias atuais, quando a necessidade de quebrar barreiras da ignorância e do preconceito, é de fundamental importância para o processo pelo qual o nosso Planeta está passando.

 

Dentro em breve nós teremos a oportunidade de ingressarmos na quarta e quinta dimensões, o que nos possibilitará acessar dimensões paralelas, que segundo alguns autores, estão a noventa graus de nossa realidade atual.

Que façamos este acerto na nossa escala geométrica pessoal com tal maestria, que nos seja possível penetrar num nível de consciência mais abrangente, onde um leque de possibilidades nos será aberto.

 

Neste processo de autoconhecimento, verificaremos que nosso pensamento é um veículo potente, que bem utilizado, terá a capacidade para nos conduzir à expansão da consciência num nível tal, que fará a conexão do nosso eu profundo com realidades ligadas ao cosmos.

 

O que se ouve falar nos setores de treinamento para empresários, e de melhoria na ambiência das empresas e em quaisquer entidades, é o desenvolvimento do consciente direito, que representa o despertar da intuição, daquele ?plus? na percepção e no raciocínio.

 

O consciente esquerdo é o aspecto material da consciência humana, é aquele que usamos normalmente, e que diz respeito a coisas tangíveis: seria como afirmar qual o formato do limão, qual a sua cor, quais as suas utilidades.

 

O consciente direito, parte abstrata da consciência humana, sendo subjetiva e intuitiva, se encarregaria de imaginar automaticamente o cheiro e o gosto da limonada.

 

É exatamente esta contraparte abstrata da consciência humana que será nosso veículo para acessar realidades dimensionais superiores ao mundo tridimensional da nossa Terra atual.

 

Será o consciente direito que nos ajudará na transcendência do mundo de três dimensões, portanto extremamente limitado. Será a nossa mente abstrata, receptiva às realidades do infinito, que não só multiplicará nosso nível de inteligência, como potencializará nossa capacidade para desenvolver um raciocínio veloz, preciso e multidimensional.

 

Estas são chaves para mundos sem fim.

 

Muitos estudiosos atestam que vários tipos de ÓVNIS, que se manifestam como luzes na atmosfera terrestre, são veículos de traslado de consciências cósmicas de seres avançados, que usam não só suas mentes abstratas, mas outras formas mais sutis e superiores de consciência.

 

Qual ? o Sentido da Vida?

Posted by expandindo-a-consciencia on May 20, 2009 at 8:34 PM Comments comments (1)

Qual é o sentido da vida?

Esta é uma pergunta que o teósofo hindu J. Krishnamurti comentou de modo inusitado, em uma das inúmeras palestras ministradas na Europa.

 

A sentença transcrita a seguir tem um poder incomensurável sobre aqueles que despertam para o real significado da vida de modo mais abrangente e universal. Ela nos remete de uma forma contundente à reflexão quanto ao que estamos fazendo de nossas vidas:

 

?Não sei por que queremos uma finalidade para a vida. O viver, em si, não é a finalidade? Mas nossa vida é tão sórdida, tão mesquinha, tão feia, tão medíocre! Nossa vida é um campo de batalha, e por isso desejamos uma finalidade superior, algo a que dedicarmos nossa vida: um ideal, uma utopia, um céu maravilhoso.

 

Se conseguísseis libertar-vos de toda essa agitação, eu gostaria de saber se ainda perguntaria qual é a finalidade da vida. Acho que não o perguntaríeis, porque, então viveria uma vida de plenitude, de riqueza, e não uma vida de sofrimento, angústia e confusão. É porque nos vemos confusos que desejamos claridade, mas não descobrimos um meio de nos libertarmos da confusão.

 

Desejamos algo além e, assim, nos vemos de novo empenhados na batalha dualista do que é e do deveria ser.

 

Eu diria que a vida é sem finalidade, mas isso não significa que devais aceitar a vida sórdida que agora estais vivendo. Pelo contrário, deveis romper através dela, destruir completamente a estrutura psicológica da sociedade. Descobrireis então, por vós mesmos, que coisa extraordinária é a vida?.

 

Entretanto, naturalmente, vivenciamos várias etapas e momentos pontuais em que nos fazemos a mesma pergunta crucial: QUAL O SENTIDO DA VIDA?

Poderíamos identificar várias circunstâncias em que esse questionamento se repete [dejà vu]!

 

São momentos ímpares, em que nos colocamos em xeque-mate, porque nos vemos sem saída, ou por alguma comoção que nos faz buscar uma razão para estarmos aqui. Algumas vezes esta pergunta nos aparece como a luz no fim do túnel ou como cruel e estarrecedora inquisição de nós mesmos...

 

Sim, geralmente, ocorre naquela fase em que ignoramos nossa responsabilidade pelas escolhas pessoais, ficando ao sabor dos acontecimentos. Geralmente, esta etapa é marcada pela nossa incapacidade de estabelecer objetivos de acordo com os talentos, aptidões e potencialidades; possivelmente, nem sequer tomamos ainda consciência do nosso próprio valor e potencial, conseqüentemente, não nos permitimos, ainda, acreditar que podemos construir passo a passo nossos ideais e sonhos. Aí, caímos naquela grande ilusão do conceito clássico de ?destino?, não como o que a palavra quer nos indicar: a conclusão ou o alcance do objetivo de um ou outro projeto que estejamos construindo conscientemente. Infelizmente, nesta fase, ainda não alcançamos esta compreensão.

Inconscientemente, estamos em um patamar consciencial obtuso, e, pela falta de visão e compreensão mais amplas, estabelecemos nossas próprias limitações, as únicas responsáveis para nos impossibilitar o vislumbre de padrões e possibilidades mais abrangentes, mais sem fronteiras.

 

É a fase em que nossa consciência se encontra adormecida, precisando de algum evento significativo e pungente que a faça emergir das profundezas de nosso ser, despertando junto com ela todas as nossas potencialidades, dons, talentos, clareza e compreensão.

 

Para esse momento, um ditado antigo vem cair qual uma luva: ?quando não aprendemos no amor ou na suavidade, aprenderemos na dor?. E é assim que nossa alma atua. Ela criará situações que poderão se repetir, cada vez com um agravante maior, até que consigamos enxergar o real motivo dos acontecimentos, até que os véus da ignorância sejam dissipados, abrindo-nos a compreensão.

 

Geralmente, antes de despertarmos, temos o pensamento voltado aos nossos próprios interesses e necessidades. Com o tempo, aos poucos, várias circunstâncias vão abrindo nossas mentes até percebermos zonas de desconforto em nossa vida ou na de outros. Isso nos remete à insatisfação e ao questionamento sobre as desigualdades e quem são seus responsáveis. Conseqüentemente, chegamos à uma encruzilhada: querermos encontrar uma finalidade razoável para a vida.

 

Em muitas pessoas, este estado de insatisfação, reclamação e o resmungo marcam fortemente o início deste estágio. E o pior: não haverá nenhum vislumbre de quaisquer saídas por parte do reclamante para impasses que parecem se tornar cada vez mais intransponíveis, quer o enfoque seja pessoal, familiar, profissional, comunitário ou global.

Mas nossa Alma (Eu Superior) sabe que é hora para dar o passo firme e contundente que nos revelará o significado fundamental de nossa existência.

Para alcançar este fim, nossa Alma irá encurralando-nos, e, invariavelmente, nos fomentará cada vez mais este tipo de questionamento que nos levará ao despertar de nossa consciência mais profunda.

 

Nesse processo, chegaremos a um nível de compreensão quanto à necessidade de nos conhecermos mais profundamente e de absorvermos novos conceitos, mantendo desapego amoroso a tudo (que é diferente, em muito, da crua e mesquinha indiferença tão comum nos dias atuais).

 

Mas, inicialmente, isso pode ocorrer a duras penas, com sofrimentos atrozes, regados a lágrimas, horas perdidas com queixas, revolta, pena de si mesmo ou emoções negativas equivalentes.

 

E esta é uma etapa de fundamental importância, porque é o verdadeiro chamado ao despertar interior.

 

É o momento para que o turbilhão interno, a comoção extrema nos faça acordar do estado de letargia, daquele vício nocivo de se deixar conduzir ao sabor dos acontecimentos: onde temos todas as desculpas para o lamento por perdas, danos e erros, ou pelo vazio ou daquele sentimento de que falta algo que nos preenche, sem tomar as medidas necessárias e eficazes visando mudar o rumo de nossas vidas; onde nos preocupamos com questões minúsculas como em quem colocar a culpa ou em quem tem razão, nunca com o que é mais construtivo, lógico ou sensato ou de interesse geral.

 

Entretanto, se nós conseguirmos mergulhar em nós mesmos, fazendo uma viagem interior, com total desprendimento, completamente despojados de conceitos falso-moralistas, perceberemos o fio de luz que irá iluminar nossas consciências, que é o nosso verdadeiro caminho.

 

Com este vislumbre, inauguramos uma vida conscientemente direcionada para objetivos, propósitos e ideais.

 

Ainda assim diremos: não é só isso!

 

Caminhamos tateando e bem devagar, porque, para quem está na escuridão, a luz ofusca muito quando chega, demandando um tempo para nos acostumarmos à sua visão.

 

Só aos poucos, vamos percebendo que o sentido e o significado são elementos variáveis indivisíveis e intrínsecos à nossa vida.

 

Assim, não vagamos mais sem destino, antes, começamos conscientemente a criar e conduzir nosso destino dia a dia, no momento presente, de modo construtivo, vivenciando sabores, delícias, alegrias e encantamentos. Errando e acertando, dando passos atrás, aumentando o ritmo do passo aqui e acolá, vamos encontrando conosco mesmos e nos compreendendo cada vez mais.

 

Em cada erro cometido teremos o direito de rir da bobagem que fizemos, deixando pra trás o erro e retomando o caminho da sabedoria. Nada de se culpar, porque isso só nos levará ao retrocesso. Entretanto, uma vez começado o despertar, não é próprio o desejo de voltar à posição de conduzido ou de vítima das circunstâncias, ao invés daquele que conduz e é dono do seu destino.

 

Cada vez que não conseguirmos administrar o ingresso de novos conceitos na nossa mente, muitas vezes impedidos pelo ?hábito? mal trabalhado, ou quando não conseguirmos nos desapegar de prerrogativas do passado, precisaremos fixar mais eficazmente como objetivo este novo modo de vida, que paulatinamente vislumbramos.

 

Entretanto, a cada vitória sobre nossa própria ignorância, o êxtase começará a se descortinar das pequenas às grandes descobertas e um novo mundo nos será apresentado pela consciência iluminada.

 

Com isso, promoveremos por nossa própria conta e risco, mudanças continuadas, mesmo com medo de assumi-las integralmente.

Ainda lutaremos com o medo do desconhecido, mas transitaremos de modo mais flexível entre as falhas e emoções que escondemos debaixo do tapete, embora as queiramos expurgar...

 

Algumas amizades irão embora e começaremos a experimentar um tipo de solidão diferente, motivada pelas nossas novas perspectivas advindas de nossas freqüências vibracionais que não se amoldam mais com o que é comum, mas ao que nos é adequado e está no nosso diapasão. Neste tipo de ?solidão?, questionamos novamente: QUAL O SENTIDO DA VIDA?

 

Nesta nova fase, começamos a compreender que é necessário este período de solidão e interiorização, porque ele efetua uma purificação pessoal e espiritual, nos proporcionando um tempo de qualidade para nos encontrarmos com nosso Eu Superior [Alma]. Apesar desta certeza, em alguns momentos nos chegarão agitações e cobranças externas, por causa das exigências impostas pelo mundo concreto, com questões pessoais pendentes que nos atemorizam e nos tangenciam temporariamente do foco. Nesta fase, o nosso dia a dia é um misto de prazeres, dissabores, situações as mais diversas, principalmente aquelas direcionadas pelo lado sombrio da ?força?, visando à nossa desistência da evolução espiritual, dos valores superiores que adotamos. Oscilações as mais diversas, com picos de adrenalina.

 

Alguns eventos nos balançarão a ponto de, em alguns momentos, nos faltar a FÉ. Novamente nos perguntaremos: QUAL É A FINALIDADE DA MINHA EXISTÊNCIA? Mas, será preciso superar todas estas dificuldades iniciais... até compreendermos que tanto a delícia quanto a dor nos ensinam grandes lições e que é melhor optar pelo aprendizado no amor do que através do sofrimento.

 

E será no silêncio do nosso coração, lugar sagrado onde DEUS é LUZ em nós, que saberemos qual a finalidade da nossa existência, e RATIFICAREMOS NOSSOS VOTOS INTERIORES.

 

Quando soubermos calar e apreciar ao nosso próprio silêncio, encontraremos esta finalidade de modo claro e objetivo, bem cravado em nós em letras imensas.

 

Antes, vivíamos na escuridão, com o nosso DESPERTAR para um objetivo mais amplo e espiritualizado, tivemos nossas consciências banhadas pela luz infinita, que, cedo ou tarde, nos indicará a FINALIDADE DA EXISTÊNCIA DE CADA UM.

 

E quando cada ser souber e exercer com maestria a finalidade de sua existência, criaremos uma rede infinita operando conscientemente para um propósito único, coeso, cada qual com seu talento e dom pessoal, à semelhança do que ocorre com os dedos de uma mão (diferentes mas visando a um mesmo fim).


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